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Consumo americano acelera e inflação vem logo atrás

As despesas pessoais com consumo avançaram 0,5% em abril, ante março, puxadas pelos gastos com serviços, que foram parcialmente compensados pela redução nos gastos com bens. Simultaneamente, o PCE price index, índice de inflação preferido do FED, subiu 0,6% na comparação mensal e 3,6% na comparação anual, influenciado pelos preços maiores de bens e serviços. O núcleo do PCE price index, que exclui alimentação e energia, avançou 3,1% anualmente, marcando o maior aumento desde a década de 90.

Ainda em abril, a renda pessoal apresentou queda de 13,1%, impactada pela redução nos benefícios do governo. Como consequência, a renda pessoal disponível recuou 14,6%.

A retomada do consumo foi refletida principalmente em gastos com serviços de recreação e food service e acomodações, enquanto os bens sofreram, com destaque para os bens não duráveis. Apesar da redução nos benefícios governamentais, o consumo segue trajetória de retomada, o que é muito positivo. Entretanto, a inflação vem logo atrás e impõe mais pressão de curto prazo sobre os preços, marcando quase o dobro da meta de 2% estipulada pelo FED.

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