fbpx

Ibov a 110 mil pontos: viver para lutar mais um dia

Alguns momentos na bolsa servem para lembrar aos investidores o óbvio: no longo prazo, ações tendem a subir – mas numa trajetória que, em alguns momentos, pode causar mal-estar e dúvidas.

É o atual momento nas bolsas mundiais e, especialmente, a B3.

Por uma série de motivos (que não são o foco deste texto), o Ibovespa entrou em trajetória de queda. Dia 20 de setembro, há duas semanas, o índice fechou aos 108.843 pontos, menor patamar desde 23 de novembro do ano passado, e desde então vem defendendo a região dos 110 mil pontos, tentando (e falhando) engatar uma retomada rumo aos 120 mil.

Ao contrário de outras quedas, que seguiam a máxima “caiu, comprou” por oferecerem oportunidades claras de ganho, dessa vez o momento exige paciência e cautela do investidor.

Quer dizer que a bolsa vai cair ainda mais?

Não necessariamente. Mas o risco de uma correção maior não pode ser desprezado. Se o índice perder os 107 mil pontos, indica reversão de tendência, e ganha força para uma queda até os 94 mil pontos.

E se não perder os 107 mil pontos? Aí o importante é defender os 110 mil pontos – como vem acontecendo. Aqui está o motivo que demanda cautela: meros pullbacks não reverte tendência de baixa. O que se desenha é uma consolidação perto desse patamar.

Por isso, a recomendação da Benndorf é NEUTRA para a bolsa brasileira.

Repetindo: ainda que, sob diversos indicadores, a bolsa brasileira esteja barata, o momento é de cautela. Afinal, como diz o ditado, se “não há nada tão ruim que não possa piorar”, e nada é tão barato que não possa ficar ainda mais barato.

O que fazer?

O investidor deve deixar de lado o arrojo e adotar o “modo de sobrevivência”: mais do que buscar grandes lucros, o momento é de não perder muito. A hora para ganhos vai voltar – mas não é agora.

Em situações como essa, era comum o investidor apelar para as chamadas ações defensivas, de pouca volatilidade. Eis uma verdade: no atual momento, nem elas são garantia de tranquilidade.

As empresas do setor elétrico, que muita gente diz que são “ações para garantir aposentadoria”, no momento sofrem com o risco de racionamento de energia e apagão. Ou seja, fortes emoções pela frente.

Empresas de serviço público, como distribuidoras de água, podem ter os rendimentos corroídos pela alta dos juros.

E outro grupo de ações defensivas em crises são exportadoras, que têm receita em dólar. Então dá para apostar nelas sem medo? Também não. Não esperamos por uma disparada do dólar que favoreça o fluxo de caixa dessas empresas – e os problemas da economia chinesa podem afetar negativamente ações desse grupo.

Não há nada atraente?

Sempre há. Empresas do setor alimentar podem oferecer boa proteção à inflação. Empresas de energia renovável também podem ajudar a estancar a sangria das carteiras de ações.

Mas o momento demanda cuidados e o entendimento de que os investimentos visam o longo prazo.

Mas sem pânico. A nossa missão é te ajudar a investir melhor. A bolsa de valores não é só Ibovespa. Existem infinitas oportunidades. Nós sabemos que nem todo mundo tem tempo e até mesmo vontade de acompanhar o mercado. Foi pensando nisso que nós criamos as carteiras recomendadas da Benndorf.

Nossos analistas monitoram diariamente todas as variáveis, notícias e indicadores, sempre à procura das melhores oportunidades – pra você. E sabe qual a melhor parte? Nós somos a casa de Research com o melhor índice de acerto do país. Vem investir com quem entende do assunto.

Ficou curioso? Entra em contato com a gente, vai ser um prazer te ajudar!

Open chat
Podemos te ajudar?