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Inflação europeia nas máximas

A inflação da Zona do Euro teve alta de 0,3% em maio, ante abril, e marcou avanço de 2% frente a maio de 2020, maior valor desde outubro de 2018. O núcleo da inflação, que exclui a energia e a alimentação, álcool e tabaco, marcou alta de 1%.

O principal destaque do resultado anual foi a energia, que apresentou variação de 13,1% e contribuiu com 1,19 p.p. do total. Em seguida, os maiores impactos vieram dos serviços (0,45 p.p.), bens industriais não energéticos (0,19 p.p.) e alimentação, álcool e tabaco (0,15 p.p.).

Notamos que a inflação europeia vem sendo alavancada pela demanda por energia, mas também mostra impacto considerável vindo dos serviços, ambos consequência da retomada econômica e relaxamento das restrições. Entretanto, o indicador já bate a meta estabelecida pelo BCE e deve seguir ganhando força, pressionado tanto pela demanda crescente, como pelos preços de matérias-primas e insumos, que estão escassos.

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