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IPCA brasileiro fecha acima do centro da meta

O IPCA de dezembro cresceu 1,35%, a maior alta mensal desde fevereiro de 2003 (+1,57%) e o maior para o último mês do ano desde 2002 (+2,1%).

Com esse resultado, a inflação aos consumidores fechou 2020 em 4,52%, acima do centro da meta, que era de 4%.

Todos os grupos pesquisados tiveram alta em dezembro, com destaque para Habitação, que teve a maior variação (+2,88%) e o maior impacto (0,45 p.p.). O segundo maior impacto veio do grupo Alimentação e bebidas (0,36 p.p.), que teve variação de 1,74%. Somados ao grupo Transportes (0,27 p.p.), esses grupos representam 80% do resultado mensal.

A pressão inflacionária recaiu sobre os consumidores de forma mais intensa em 2020, visto que os itens que mais impactaram o resultado vieram dos Alimentos e bebidas (+14,09%, maior desde 2002), itens do grupo Habitação, como a energia elétrica e o gás de botijão, e Artigos de residência. Juntos, os 3 grupos representam 84% do IPCA de 2020. Por fim, com a inflação acima do centro da meta e o juros em mínimas históricas, o país se encontra em território negativo para os juros reais, o que favorece ainda mais a renda variável.

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