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Reajuste nos medicamentos, puxa inflação brasileira

Real,dinheiro, moeda

O IPCA-15 de maio apresentou alta de 0,44%, número consideravelmente abaixo dos 0,6% de abril. Entretanto, o resultado é o maior para o mês de maio desde 2016. O IPCA-15 acumula 3,27% no ano e 7,27% nos últimos 12 meses.

Oito dos nove grupos pesquisados expandiram em maio, com destaque para Saúde e cuidados pessoais, que avançou 1,23% e teve o maior impacto ao contribuir com 0,16 p.p, ainda influenciado pelo reajuste nos preços dos medicamentos. Em seguida, os grupos Habitação (+0,79%) e Alimentação e bebidas (+0,48%) contribuíram conjuntamente com 0,22 p.p.

Tendo em vista que o grupo Saúde e cuidados pessoais representou mais de um terço do resultado total, é possível afirmar que o número de maio ainda é fortemente distorcido pelo reajuste de 10,08% nos medicamentos, que teve início em 1º de abril. Apesar de maior estabilização, a prévia da inflação segue pressionada no curto prazo e deve acelerar mais conforme a vacinação avançar, as restrições forem relaxadas e a retomada ganhar ritmo.

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